1 de mar. de 2012

Ingmar Bergman


Imagem: Reprodução




INGMAR BERGMAN
O Cinema da Angústia Existencial
 
“Envelhecer é como escalar uma montanha: enquanto se sobe as forças diminuem, mas o olhar é mais livre, a visão mais ampla e serena.”
Ingmar Bergman
                                                                                                    
Em 1997, celebrava-se o 50º aniversário do mais importante festival de cinema do mundo: o Festival de Cannes. Para essa ocasião única, os organizadores do evento decidiram atribuir uma Palma de Ouro especial – A Palma das Palmas – como reconhecimento à carreira de um destacado cineasta, não honrado anteriormente com o principal prêmio do festival. A escolha recaiu sobre o realizador sueco Ingmar Bergman.
Bergman nasceu no seio de uma família religiosa, seu pai era um pastor luterano, fato que deixou profundas marcas na infância e adolescência do futuro cineasta. Temas como a morte, o pecado, o sentimento de culpa, os castigos físicos e morais; a existência, o silêncio, a negação, ou a manifestação de Deus foram abordados em inúmeros de seus filmes. O realizador soube como poucos, utilizar suas neuroses, obsessões, medos e fantasmas interiores, e transformá-las em arte, em material para uma obra cinematográfica das mais coerentes e penetrantes do cinema. No apogeu de sua criação artística mergulhou densamente em questões como a solidão do ser humano, a incomunicabilidade entre as pessoas, particularmente nas relações familiares e conjugais, e a crise proveniente da angústia existencial do homem na sociedade moderna.
Em quase sessenta anos de carreira deixou como legado um conjunto de obras-primas onde se destacam O Sétimo Selo, Morangos Silvestres, Persona, A Hora do Lobo, Vergonha, A Paixão de Ana e Gritos e Sussurros, entres outras. Em diferentes enquetes de opinião realizadas entre críticos e historiadores de cinema do mundo, o cineasta sueco é reconhecido, não só como o mais importante de seu país, mas como um dos mais destacados diretores da história do cinema.

Ingmar Bergman nasceu em Uppsala, cidade a 70 km ao norte de Estocolmo, conhecida por sua universidade, a mais antiga da Escandinávia, em 14 de julho de 1918. Filho de um pastor luterano, cujos princípios morais marcaram profundamente a vida e a obra de Bergman. Desde criança acompanhava seu pai durante as viagens que este fazia no cumprimento do ofício sacerdotal e foi educado sob os rígidos preceitos cristãos de temor a Deus e submetido a duros castigos físicos, quando cometia alguma travessura. Mais tarde, a família se instala em Estocolmo onde o pai iria exercer o papel de vigário numa paróquia. Nesta época, o jovem Bergman entra a Universidade de Estocolmo, onde estudava literatura e artes, passou a frequentar os meios literários e a se desgarrar da família. Era a época que a Europa vivia a segunda guerra mundial, em embora a Suécia tenha permanecido neutra no conflito, o clima provocado pela guerra era favorável a um sentimento de angústia existencial. Bergman foi impregnado por esse sentimento e pela filosofia de Soren Kierkegaard (1813-1855) e pelo existencialismo de Jean-Paul Sartre e Albert Camus. 

O teatro surge na vida de Bergman desde criança, quando participava de pequenas encenações domésticas, cujas lembranças foram retratadas no filme Fanny e Alexander. Começou a escrever peças de teatro com dezessete anos e produziu um total de 24 peças, sendo que apenas seis delas foram encenadas. Como amador, começou a encenar obras no teatro estudantil da Universidade de Estocolmo, e em vários outros recintos. Foi contratado com diretor assistente do Teatro Dramaten de Estocolmo. Em 1944, com 26 anos de idade, tornou-se diretor do Teatro Municipal de Helsingborg, cargo que ocupou por três anos. Foi diretor do Teatro Municipal de Malmö, de 1953 a 1960; e do Real Teatro Dramático de Estocolmo, de 1960 a 1966. Durante sua permanência na Alemanha, foi diretor do Residenztheater de Munique, de 1977 a 1984. Paralelamente a sua carreira no cinema, Bergman foi um destacado encenador teatral. Entre 1938 e 2004 dirigiu cerca de 170 peças de autores tão diversos como, Anton Tchekov, Henrik Ibsen, Molière, Peter Weiss, Georg Büchner, August Strindberg, William Shakespeare, Eugene O’Neill, Eurípides, Friedrich von Schiller, entre outros.

Em 1941, Bergman foi chamado por Stina Bergman, viúva do escritor Hjalmar Bergman, para trabalhar no departamento de roteiros da Svensk Filmindustri, que ela chefiava. Em 1945, Bergman aproveitou uma novela que havia escrito alguns anos antes e fez um roteiro para um filme com o nome de Tormentos. Submetido a direção da empresa foi aprovado e o filme foi dirigido pelo mais renomado diretor sueco da época: Alf Sjöberg. As últimas cenas exteriores do filme foram filmados por Bergman e o filme se tornou o único sucesso dos seis filmes que a Svensk havia produzido para comemorar seus 25 anos de atividades. O sucesso alcançado por Tormentos permitiu que Bergman realizasse seu primeiro filme, Crise.

Influências
Durante sua formação intelectual Bergman foi influenciado pela corrente do existencialismo, particularmente, de Albert Camus, pelo romancista e dramaturgo Hjalmar Bergman (1883-1931), que ele considerava como ídolo; por Henrik Ibsen (1828-1906), o autor mais vezes encenado em sua carreira teatral e, sobretudo, o teatro de August Strindberg (1849-1912). Se considerar-se Fanny e Alexander, como a derradeira obra para o cinema de Bergman, a última fala da sua carreira é de Strindberg. Neste filme, Emilie propõe a Helena que retomem a carreira teatral com a peça O Sonho, de Strindberg: “Mentira e realidade são uma coisa só. Tudo pode acontecer. Tudo é sonho e verdade. Tempo e espaço não existem. Sobre a frágil base da realidade, a imaginação tece sua teia e desenha novas formas, novos destinos”.
No cinema há influências inegáveis de alguns diretores. De Victor Sjöström, que Bergman tratava como um mestre do cinema e cuja obra, A Carruagem Fantasma (1921), a considerava como um de seus filmes preferidos. Bergman o homenageou com a magnífica sequência do pesadelo com a morte, em Morangos Silvestres, além de conceder-lhe o papel principal do filme. De Carl Theodor Dreyer, embora Bergman reconhecesse apenas semelhanças pictóricas entre seus filmes e os de Dreyer, há outros aspectos que aproximam os dois diretores escandinavos. Ambos foram educados sob os rígidos dogmas da religião luterana, tendo se constituído num elemento marcante em suas vidas. É inegável, também, que os esplêndidos closes de rostos dos intérpretes dos seus principais filmes, que são uma marca indelével de seu estilo, encontram paralelo nos filmes O Martírio de Joana D’Arc e A Palavra, do diretor dinamarquês. Luis Buñuel era um de seus diretores preferidos. Embora não se possa falar em influência, não é fortuito que o cinema de Bergman esteja repleto de sonhos, assim como o do mestre do surrealismo.

A Temática Bergmaniana
A Inspiração
A fonte principal de inspiração que Bergman se utilizou para a elaboração de seus roteiros, ao longo de sua prolífica carreira, foram os traumas, medos e neuroses desenvolvidos desde sua infância. Uma infância marcada pelo temor a Deus, pelo sentimento de culpa dos pecados cometidos e pelos castigos morais e físicos, fruto da rigidez de uma educação fortemente influenciada pela religião cristã. Esses castigos, por exemplo, foram narrados pelo personagem de Max von Sydow, no filme A Hora do Lobo, e, mais tarde, mostrados em imagens no filme Fanny e Alexander.

A Morte
A questão da morte, o medo da morte ou a proximidade da morte é um dos componentes fundamentais na obra de Bergman e está presente em quase todos seus filmes autorais. Assim se expressou o cineasta referindo-se ao filme O Sétimo Selo: “Naquele tempo eu ainda vivia com uns restos estiolados de uma fé de criança, a ideia absolutamente ingênua do que se poderia chamar uma possibilidade de salvação para além deste mundo. Tanto quanto me lembro, vivi a puberdade e até quase fazer vinte anos com um horror terrível da morte. Chegava a ser insuportável. A ideia de que morresse, não existiria mais, que teria que passar pela porta escura, que havia alguma coisa que não podia controlar, coordenar ou prever, foi para mim uma fonte permanente de medo. Que eu, de repente, tenha tido a coragem de dar à Morte a figura de um palhaço branco, personagem essa que conversava, jogava xadrez e não arrastava consigo quaisquer segredos, foi o primeiro passo em minha luta contra o horror que sentia da morte”.

Deus
O sentimento da presença ou da ausência de Deus marca o tom de vários filmes da fase autoral que vai de Noites de Circo e culmina com Luz de Inverno. Segundo o cineasta: “com Luz de Inverno eu me despedi do debate religioso e apresentei o resultado, o que talvez seja de menos importância para os espectadores do que para mim. O filme é como uma laje de sepultura que coloco sobre um conflito doloroso que, em minha consciência, se manteve em carne viva grande parte de minha vida. As imagens de Deus foram destruídas sem que meu sentimento de ser humano, portador de um destino sagrado se tenha esvaecido. Com este filme ponho um ponto final no problema”.

A Angústia Existencial
A angústia existencial, provocada pela solidão, pelo desencanto com a vida, pela perda de algum ente querido, ou por fatores exteriores como a violência da sociedade, ou a guerra, talvez seja o componente mais recorrente da obra de Bergman. Ela está presente em personagens de inúmeros filmes: o diretor da trupe esmagado por seguidas humilhações e rejeições, em Noites de Circo; a crise de consciência do escritor David por ter negligenciado seus laços familiares, em Através de um Espelho; a crise do pastor, ainda abalado pela perda da esposa, em Luz de Inverno; o abalo psicológico da atriz, em Persona; A solidão das duas irmãs num país estranho, em O Silêncio; a loucura do artista, fruto de traumas infantis, em A Hora do Lobo; a desestruturação moral provocada pela guerra, em Vergonha; os traumas dos dois personagens, em A Paixão de Ana; os atritos das duas irmãs ao se defrontarem com a morte da terceira, em Gritos e Sussurros; Os rancores e as mágoas do passado na relação mãe e filha, em Sonata de Outono.

A Crise Conjugal
A crise conjugal decorrente das dificuldades do relacionamento entre um casal que surgem devido à ausência de transparência, à falsidade, às mentiras, às dificuldades da vida sexual, à incomunicabilidade entre os seres humanos, foi brilhantemente retratado por Bergman, entre outros, nos filmes A Paixão de Ana e, sobretudo, em Cenas de um Casamento.

Teatro e Música
O teatro e a música estiveram presentes em inúmeros filmes do cineasta. A importância que o Teatro teve na vida de Bergman – ele levou as duas carreiras paralelamente – se faz sentir nos roteiros de seus filmes, onde há algum tipo de encenação teatral ou algum de seus personagens pertence ao teatro.
Ensaio de uma peça teatral, em Noites de Circo; trechos da representação de uma peça, em Sorrisos de uma Noite de Amor; a trupe de saltimbancos, em O Sétimo Selo, a trupe de espetáculo de magnetismo, em O Rosto; encenação familiar de uma peça, em Através de um Espelho; uma pantomima desempenhada por uma trupe de anões em O Silêncio; a peça Electra que desencadeia toda a trama, em Persona; a peça censurada, em O Rito; a vida de uma família de teatro, em Fanny e Alexander; o palco de um teatro onde se prepara O Sonho, de Strindberg, é o cenário de Depois do Ensaio.
A Música é parte da narrativa de: Música na Noite (a história de um pianista cego), Rumo à Felicidade (história de um casal de violinistas), A Hora do Lobo (encenação de um trecho de A Flauta Mágica), Vergonha (os protagonistas são dois violinistas), A Flauta Mágica (encenação da ópera de Mozart), Sonata de Outono (uma consagrada pianista).
Na Presença de um Palhaço, seu penúltimo telefilme exibido nos cinemas, Bergman rende um tributo às três formas artísticas que marcaram sua vida e sua obra: o Cinema, o Teatro e a Música.

O Estilo Bergmaniano
Com exceção de Fanny e Alexander, os filmes de Bergman se caracterizam por serem produções de pequena envergadura, com elenco reduzido e poucos cenários. São produções de baixo custo, inclusive para os padrões europeus, que se por um lado, havia a limitação material, por outro, permitia-lhe uma liberdade de ação e de criação sem restrições, livre de imposições.
As ideias para seus filmes brotavam de uma forma desordenada e irracional, e tomavam corpo num processo árduo e gradativo até culminar num roteiro, o suficientemente pensado, para não deixar margem a improvisações.
Durante a filmagem era avesso as improvisações, salvo em poucos momentos previamente determinados como foi o caso da cena do almoço ao ar livre, em Vergonha, e a cena do jantar na casa do arquiteto, em A Paixão de Ana. Nestas sequências, Bergman deu as instruções que julgava necessárias e deixou os atores improvisarem os diálogos.
O rigor do seu método de trabalho no set de filmagem revela-se na composição fotográfica em trabalhos extraordinariamente elaborados de Gunnar Fischer (1910-2011), que trabalhou em 12 filmes, no começo da carreira do cineasta, e Sven Nykvist (1922-2006), a partir de A Fonte da Donzela. Do ponto de vista pictórico os filmes O Sétimo Selo, Morangos Silvestres, O Silêncio, Persona, A Hora do Lobo e Gritos e Sussurros, estão entre os grandes trabalhos fotográficos do cinema dos anos cinquenta, sessenta e setenta.
O estilo de filmagem se diferencia do tradicional plano/contraplano do cinema clássico, notadamente a partir dos anos sessenta, quando Bergman passa a utilizar os planos de longa duração, ou o plano-sequência. Mas é o uso do enquadramento em primeiro plano, ou em close, a característica mais singular do método de Bergman. Os monólogos mais importantes em seus filmes são registrados, geralmente numa única tomada com a câmera fixa, em primeiro plano, ou close, permitindo dessa forma, penetrar na alma do personagem e extrair de seus atores memoráveis interpretações. Entre os muitos exemplos, podem ser citados: o longo monólogo da Ingrid Thulin, em Luz de Inverno; de Max von Sydow e Liv Ullmann, em A Paixão de Ana e, sobretudo, o monólogo interior de Liv Ullmann narrado pela voz de Bibi Andersson, em Persona.

Os Intérpretes Bergmanianos
Bergman destacou-se sobremaneira na direção de atores. Suas precisas caracterizações dos personagens, o rigor como orientava seus atores, definindo com extrema precisão os gestos, os movimentos do corpo, o desenho da expressão do rosto, a inflexão da voz, tornaram-no um dos maiores diretor de atores da história do cinema.
Na extensa filmografia de mais de 40 filmes de Bergman destacam-se alguns intérpretes que se tornaram os favoritos do mestre. Um grupo seleto de atores e atrizes que se tornaram em porta-vozes de seus pensamentos e reflexões sobre a vida, as angústias e sobre as tensões existentes nos relacionamentos entre as pessoas. Entre muitas outras devem ser destacadas as interpretações de Gunnar Björnstrand em Através de um Espelho e Luz de Inverno; de Max von Sydow, em A Hora do Lobo e A Paixão de Ana, de Erland Josephson, em Cenas de um Casamento e Depois do Ensaio; de Bibi Andersson, em Persona; de Harriet Andersson, em Gritos e Sussurros; de Ingrid Bergman, em Sonata de Outono; de Ingrid Thulin, em Luz de Inverno, O Silêncio, Gritos e Sussurros e Depois do Ensaio; e de Liv Ullmann, nos dez filmes em que atuou sob a orientação do diretor sueco, sobretudo, em Vergonha, A Paixão de Ana e Face a Face.
Segundo Bergman: “Há muitos realizadores que esquecem que o rosto humano é o ponto de partida de nosso trabalho. Podemos nos consagrar à estética da montagem, podemos imprimir aos objetos ou as naturezas mortas ritmos admiráveis. Mas a presença do rosto humano é certamente a nobreza característica do filme. Decorre que o ator é nosso instrumento mais precioso e que a câmera é apenas o mediador das reações deste instrumento. Para dar a maior força possível à expressão do ator, o movimento da câmera deve ser simples e cuidadosamente sincronizado à ação. Supondo todas as qualidades técnicas reunidas, falta ainda o mais importante, a centelha que provoca a vida interior. Esta vida misteriosa que para se manifestar exige condições que apenas a ela pertencem. Esta vida que é o elemento, mas que não se deixa jamais dominar”.
(30/10/11)

25 de fev. de 2012

INGMAR BERGMAN é tema de curso
 ministrado pelo pesquisador Jorge Roldán
 a partir de 13 de março em São Paulo
 
“Ingmar Bergman: O Cinema da Angústia Existencial” apresenta em seis aulas a importância do cineasta sueco para o cinema mundial
 
Ingmar Bergman é tema do curso “Ingmar Bergman – O cinema da angústia existencial”, ministrado pelo professor e pesquisador Jorge Roldán. As aulas acontecem de 13 de à 29 de março, terças e quintas-feiras, das 19h às 22h, na Escola Vesper (Rua Cristóvão de Burgos nº 52 – ao lado do metrô Vila Madalena). Veja abaixo o serviço completo.
 
A partir de exposição ilustrada com a exibição de filmes na íntegra, ou trechos de filmes, as aulas ministradas pelo professor e pesquisador Jorge Roldán situam a importância da cinematografia de Bergman na história do cinema.
 
Sobre Ingmar Bergman:
 
O sueco Ingmar Bergman nasceu no seio de uma família religiosa. Seu pai era um pastor luterano, fato que deixou profundas marcas na infância e adolescência do futuro cineasta. Temas como a morte, o pecado, o sentimento de culpa, os castigos físicos e morais; a existência, o silêncio, a negação, ou a manifestação de Deus foram abordados em inúmeros de seus filmes.
 
O realizador soube como poucos, transformar em arte suas neuroses, obsessões, medos e fantasmas interiores. Assim, aspectos sua vida serviram de material para uma obra cinematográfica das mais coerentes e penetrantes do cinema.
 
No apogeu de sua criação artística, Bergman mergulhou densamente em questões como a solidão do ser humano e a incomunicabilidade entre as pessoas, particularmente nas relações familiares e conjugais. A crise proveniente da angústia existencial do homem na sociedade moderna também foi registrada em sua obra cinematográfica.
 
Sobre o professor e pesquisador Jorge Roldán:
 
Formado em Cinema pela Fundação Armando Álvares Penteado – FAAP, Jorge Roldán pesquisa a história do cinema há quarenta anos. Além de pesquisador, ele atua como articulista de textos e críticas sobre a sétima arte em revistas especializadas. Além disso, foi curador, redator e produtor de mostras de cinema exibidas no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB-SP), em São Paulo e no Rio de Janeiro (CCBB-RJ). Também ministrou de cursos de história de cinema na Caixa Cultural e no Cinesesc, em São Paulo, e no Museu da Comunicação de Porto Alegre (RS).
 
“Ingmar Bergman – O cinema da angústia existencial”
Professor Jorge Roldán
 
Datas:  (terças e quintas-feiras) dias 13, 15, 20, 22, 27 e 29 de março de 2012

Horário:  das 19 às 22 horas.

Custo: R$ 150,00 na inscrição.

Informações e Inscrições: 
Jorge Roldán


Local: Escola Vésper
Rua: Cristóvão de Burgos, 52 - Ao lado da Estação Vila Madalena do metrô.